domingo, 5 de junho de 2011

ESTOU COM MEDO: Aprovados em concurso de Timbiras temem saída de prefeito sem serem chamados

 

Um grupo de aprovados no último concurso público de Timbiras procurou a redação do blog Informe  Coroatá para fazer uma reclamação contra a administração pública do município.
De acordo com os reclamantes, que pediram para não serem identificados, 350 pessoas inscreveram-se no concurso de 2009/2010 para concorrer à 3 vagas na área da Vigilância Sanitária. Apenas 7 passaram. O problema é que destes ninguém foi chamado até o momento.
Eles foram informados de que o governo de Timbiras estaria remanejando pessoal para ocupar as vagas,  tirando qualquer chance dos aprovados. O medo é de que o governo de Nonato Pessoa acabe, o tempo do concurso expire e entre outro administrador para governar com a ideia de realizar outro certame.
O grupo mostrou-se disposto à procurar o Ministério Público Estadual, mas afirmou que ainda não o fez.

MÃOS Á OBRA: Polícia Militar recaptura 4 foragidos da Justiça de Codó



A Polícia Militar de Codó recapturou na manhã deste domingo, 5, quatro elementos tidos como foragidos da Justiça. Entre eles, um de nome Tairan Ribeiro, fugiu dia 21 de maio, num sábado de visitas à delegacia após serrar as grades do gaiolão (releia agora).
Além de Tairan Ribeiro a PM prendeu: Francisco das Chagas T. Filho, o gagá, Antonio Richard  da Silva Moreira, o Tiuí, e José Francisco Farias Xavier, o Zé do Mato.
Dois deles (Tairan e Gagá) foram presos às 6h da manhã numa casa do bairro São Francisco. Os demais foram capturados na área próxima ao troca-troca, segundo informações do tenente Ricardo, sub-comandante da Nona Companhia Independente.

VERGONHA: Livro enviado pelo MEC a escolas diz que 10-7=4

Uso do material, que foi distribuído a 37 mil escolas rurais, foi suspenso

O Ministério da Educação distribuiu no ano passado a 37 mil escolas de educação no campo um material didático com erros de matemática e diagramação.
Nele se aprende, por exemplo, que 10-7=4 e que 16-8=6. Há ainda exercícios que remetem à página errada e frases incompletas, como: “Invente mais três apelidos para a Mônica e explique o”.
A coleção na qual os erros foram detectados tem obras sobre matemática, língua portuguesa, ciências, geografia e história.
Ela foi elaborada por dez autoras que, segundo o MEC, fazem material para as escolas rurais desde 1998. Somente na versão distribuída no ano passado, no entanto, foram detectados problemas.
O MEC pagou R$ 14 milhões pela coleção, incluindo impressão e distribuição.
Ao todo, foram enviadas 200 mil coleções de livros a escolas rurais com turmas multisseriadas do 1º ao 5º ano, em que uma professora dá aula para alunos de mais de uma série. O total de alunos prejudicados, diz o MEC, é de cerca de 300 mil, menos de 1% do ensino público.
Os erros foram detectados por professores de universidades federais, segundo o secretário-executivo do MEC, José Henrique Paim, em revisão feita a pedido da pasta.
Após a constatação, o ministério decidiu enviar aos coordenadores do programa de educação no campo uma orientação para que o uso do material seja suspenso.
“A intenção era fazer uma errata, mas a avaliação demonstrou que o problema era mais sério do que a gente imaginava”, disse.
Também foi pedida à CGU (Controladoria-Geral da União) uma sindicância para apurar as eventuais responsabilidades pelos erros e pela falta de revisão.
Dentro do MEC, a produção do material coube à Secad (Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade), que coordena a produção de outros materiais, como o kit anti-homofobia que foi vetado pela presidente Dilma Rousseff.
Segundo Paim, boa parte da equipe responsável deixou o MEC neste ano devido a mudanças no comando da secretaria. Além das autoras, a sindicância da CGU deve ouvir funcionários e ex-funcionários do MEC.
Defesa do erro – No mês passado, a imprensa divulgou que um livro didático distribuído pelo MEC a mais de 4 mil escolas do país defendia errar na concordância do português falado. Seria correto dizer “os livro ilustrado mais interessante estão emprestado”, por exemplo, afirmava o livro “Por uma vida melhor”.

MAIS UMA BOMBA: Movimentos pedem CPI do Trabalho Escravo no MA

Em audiência realizada na Assembleia Legislativa, representantes da sociedade reivindicaram comissão que investigue a ausência de políticas que combatam o problema no Estado; somente dois deputados, de 37, estiveram presentes

Os movimentos sociais do Maranhão reivindicam que seja instaurada uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do trabalho escravo no Estado. A proposta foi uma das principais reivindicações apresentadas durante a audiência pública “Enfrentamentos à questão do trabalho escravo no Maranhão – situação e perspectivas”, realizada na última terça-feira (31) na Assembleia Legislativa do Estado, na capital São Luís.
Na ocasião, foi entregue à deputada estadual Eliziane Gama (PPS) um documento – assinado por 35 entidades – com 16 pontos considerados prioritários para coibir o crime no Estado.
Além de Eliziane, presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia, a audiência contou com a participação de somente mais um parlamentar: o deputado Bira do Pindaré (PT), autor do requerimento para a realização da audiência. Os demais 35 deputados e deputadas maranhenses não compareceram à atividade.
De acordo com Antonio Filho, do Centro de Defesa da Vida e Direitos Humanos de Açailândia (CDVDH), o documento cobra, além da instauração da CPI, a criação de uma Frente Parlamentar e a reativação efetiva da Coetrae (Comissão Estadual para a Erradicação do Trabalho Escravo) no Maranhão.
“A CPI é urgente, precisamos investigar o porquê do combate a esse crime não avançar no nosso Estado. Aqui não se pune escravagista, não se previne que novas pessoas sejam vítimas do trabalho escravo”, disse em entrevista à Repórter Brasil.
Assinatura e compromissos – Antonio critica o fato de o Plano Estadual de Combate ao Trabalho Escravo não sair do papel, em sua avaliação. Nos debates que antecederam as eleições gerais de 2010, a governadora reeleita Roseana Sarney assinou a carta-compromisso de combate ao trabalho escravo. Apesar disso, seu governo vem recebendo duras críticas em relação à sua atuação e compromisso frente ao problema (em breve a Repórter Brasil irá publicar reportagem especial sobre os governadores que assumiram o compromisso). Para Antonio, do CDVDH, o compromisso realmente “só ficou no papel, não tem nenhuma ação prática, fica claro que não é prioridade do governo”.
Segundo o integrante do CDVDH, os dois deputados presentes à audiência assumiram o compromisso de elaborar um requerimento para coletar as assinaturas necessárias à instalação da CPI do Trabalho Escravo no Maranhão. Para instaurar a comissão, serão necessárias, pelo menos, 14 assinaturas dos 37 deputados e deputadas estaduais.
Para frei Xavier Plassat, coordenador da Campanha contra o Trabalho Escravo da Comissão Pastoral da Terra, há indícios de que será difícil conseguir adesões de outros parlamentares para instaurar a CPI. “É só ver a quantidade de parlamentares que participou da audiência”, lamentou. Durante o evento, Xavier destacou o envolvimento de parlamentares, juízes (veja a seguir o caso do juiz Marcelo Testa Baldochi) e políticos com o trabalho escravo no Estado. “Muitos recebem cobertura das instituições estaduais”, pontuou.
O frei alertou que entre os municípios maranhenses, Codó, Pastos Bons, Açailândia, Imperatriz e Colinas são os maiores “exportadores de mão de obra escrava” do Brasil. Para Xavier Plassat, isso aponta para a necessidade de políticas públicas que ataquem a causa do problema. “Não adianta só ficar libertando trabalhadores desta situação”.
Resgatando a Cidadania – Durante a audiência, a procuradora do Trabalho Christiane Nogueira apresentou o programa “Resgatando a Cidadania” que tem como objetivo prevenir o trabalho escravo e dar alternativas para as vítimas do crime. “Ainda estamos em fase de elaboração, já foram realizadas algumas reuniões, inclusive com a participação da equipe do programa ´Escravo, nem pensar!´ da Repórter Brasil”, disse Christiane, do Ministério Público do Trabalho.
O programa irá utilizar a Economia Solidária e o cooperativismo para ajudar as famílias. “Há um projeto semelhante no Mato Grosso, mas são realidades muito diferentes, inclusive as atividades econômicas”, explicou, acrescentando que, em função também de o grau de analfabetismo dos trabalhadores ser alto no Maranhão, “resolvemos focar em três pontos: economia solidária, cooperativismo e educação”.
Um dos objetivos centrais do programa é fortalecer a economia local, a fim de manter os trabalhadores em seus locais de origem. De acordo com Christiane, será importante sensibilizar os governos municipais para incentivar a criação de políticas públicas. O projeto será custeado por meio de Termos de Ajustamento de Condutas (TACs) não só da Procuradoria do Trabalho no Maranhão, como em Estados onde há trabalhadores maranhenses vítimas da escravidão.
Juiz Baldochi – Também no final de maio deste ano, a Justiça do Trabalho de Açailândia (MA) determinou que o juiz Marcelo Testa Baldochi pague R$ 31 mil a título de dano moral individual para quatro dos 25 trabalhadores resgatados na fazenda do juiz. O grupo foi libertado em 2007 pelo Grupo Móvel de Fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego na Fazenda Pôr do Sol, localizada no município de Bom Jardim (MA).
No final de abril, Baldochi já havia sofrido outra derrota na Justiça: o magistrado Higino Diomedes Galvão, da Vara do Trabalho de Açailândia (MA), julgou improcedente o pedido que Baldochi apresentara para anulação da ação que a União e o Grupo Móvel peticionaram contra o juiz em função da libertação em 2007.
No pedido de anulação, Marcelo Baldochi argumentara que os trabalhadores encontrados na fazenda seriam posseiros e não seus empregados, além de afirmar que na fiscalização teria havido abuso de autoridade e desvio de competência por parte dos responsáveis pela operação.
Quem assina o documento entregue durante a audiência
A Pastoral da Educação do Santuário Santa Luzia;
Aluisio Silva Sousa - Vereador da Câmara Municipal de Açailândia;
Assema - Associação em Areais de Assentamento do Estado do Maranhão;
Associação Rádio Comunitária Açailândia - ARCA FM;
Cáritas do Maranhão;
CCN Pedreiras do médio Mearim;
Centro de Cultura Negra do Maranhão - CCN;
Centro de Cultura Negra do Maranhão - Pedreiras;
Centro de Defesa da Vida e dos Direitos Humanos Carmen Bascarán - CDVDH/CB;
Centro de Defesa da Vida e dos Direitos Humanos de Bom Jesus das Selvas;
Centro de Defesa e Promoção de Direito Humanos Padre Josimo - CDPDHPJ;
Fórum de Mulheres Maranhense - FMM;
Fórum de Mulheres de Imperatriz - FMI;
Fórum de Economia Solidária de Imperatriz - FESMI;
Articulação de Mulheres Brasileira - AMB;
CIMI Regional do Maranhão;
Comissão de Direitos Humanos da OAB/MA;
Comissão Pastoral da Terra Maranhão;
Cooperativa para Dignidade do Maranhão - CODIGMA;
DCE/UEMA Imperatriz;
GEPTS - Grupo de Estudos e Pesquisa Trabalho e Sociedade da UFMA;
Igor Martins Coelho Almeida - OAB/MA;
Jose Francisco Gonçalves Souza - Vereador da Câmara Municipal de Açailândia;
Marcio Anibal Gomes Vieira - Vereador da Câmara Municipal de Açailândia;
Maria de Fátima Silva Camelo - Vereador da Câmara Municipal de Açailândia;
MST - Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra Maranhão;
Nonnato Masson - OAB/MA;
Paróquias São João Batista de Açailândia;
Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Alto Alegre;
Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Pindaré Mirim;
SINTRAED- Sindicato dos Trabalhadores na Educação e nos Demais Serviços Públicos do Município de Santa Luzia;
Sociedade Maranhense de Direitos Humanos.

PROTESTO: Quilombolas ocupam sede no Incra no Maranhão

Cerca de 100 moradores de áreas quilombolas do Maranhão montaram acampamento na parte interna da sede do Instituto Nacional e Colonização e Reforma Agrária (Incra), no bairro Anil, durante a noite da última sexta-feira. Eles reivindicam agilidade nos processos de titulação de áreas quilombolas e justiça em casos de assassinatos e outros crimes contra a população dessas áreas no estado.

A equipe de reportagem de O Imparcial esteve no local e conseguiu conversar com um dos manifestantes, apesar de a segurança do instituto não permitir a entrada da imprensa nas dependências do Incra. De acordo com Fábio Costa, representante da Comissão Pastoral da Terra, ainda não há uma definição sobre o destino do movimento, e que somente nesta segunda-feira as lideranças devem se manifestar sobre o assunto, em entrevista coletiva. 'Estamos esperando a resposta do movimento lá em Brasília. Só depois disso é que vamos tomar alguma decisão. Por isso, vamos dar alguma resposta só na segunda-feira', disse Fábio Costa.

O Incra não dispõe de infraestrutura suficiente para atender as reivindicações dos quilombolas. Não há equipes suficientes de antropólogos para a elaboração dos relatórios sobre as áreas quilombolas. Ainda na última sexta-feira os manifestantes mandaram uma pauta de reivindicações para a direção nacional do Incra, em Brasília, sobretudo sobre as titulações das terras quilombolas. A equipe tentou contato com o representante local do Incra até o fechamento desta edição, mas não obteve êxito.

Memória
Integrantes de cerca de 30 comunidades quilombolas do estado fizeram na última quarta-feira uma manifestação e acamparam em frente à sede do Tribunal de Justiça, no Centro. O protesto com cartazes e cruzes de madeira foi para denunciar a impunidade em relação aos casos de violência no interior do estado e conflitos por posse de terras, omissão dos governos federal e estadual e "atitudes suspeitas" do poder judiciário.
"Este tipo de manifestação serve para que o Judiciário seja questionado, trazendo a tona esta impunidade que assola não só o município de São Vicente Ferrer, mas, toda a região da Baixada e a maioria dos territórios quilombolas. É tudo de demorado, não há justiça, e estes pobres líderes ficam jogados a própria sorte, a mercê da insegurança.

Quando são apontados os mandantes, não há cumprimento da lei", disse o presidente da Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado do Maranhão, Chico Sales.

Mortes
De acordo com informações, houve mais uma tentativa de assassinato na sexta-feira retrasada contra Almirandir Ferreira Junior, vice-presidente de comunidade, em São Vicente Ferrer. Ele e familiares foram acuados em casa. Houve disparos contra eles. Houve recentemente mais casos que resultaram em assassinatos de lideranças quilombolas. Caso de Flaviano Pinto Neto, líder da comunidade do Charco, em São Vicente Ferrer. Ele foi assassinado com sete tiros na cabeça, no dia 30 de outubro de 2010. Este é um dos motivos de revolta da comunidade quilombola.

De acordo com as investigações da polícia, Flaviano foi assassinado a mando dos irmãos Manoel e Antonio Gomes, respectivamente empresário do município de São João Batista, e vice-prefeito do município de Olinda Nova. Os acusados tiveram prisão preventiva decretada. Logo em seguida o tribunal de Justiça revogou a decisão. Eles foram liberados. Segundo Diogo Cabral, representante da Comissão de Direitos Humanos da OAB, o Tribunal de Justiça entendeu que não havia necessidade de mantê-los presos e que esperam uma atitude da superintendência nacional do Incra para cumprir a titulação de terras das áreas quilombolas.

Palavra do especialista // Luiz Pedrosa
O presidente da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-MA), Luiz Pedrosa, a resolução dos problemas envolvendo os quilombolas do estado está nas mãos do poder judiciário e do próprio Incra. O primeiro, no sentido de punir os acusados de assassinar quilombolas. Já o instituto, agilizando os processos de titulação das terras quilombolas do estado.

'Essas mobilizações acontecem porque os órgãos estadual e federal têm muita dificuldade em atender as demandas dos povos quilombolas do Maranhão. Os protestos de títulos de áreas quilombolas se arrastam por muito tempo e os conflitos fundiários se agravam. Em várias situações o próprio judiciário agrava esses conflitos ao conceder liminares e deixando soltos acusados de assassinato de quilombolas. É necessário que aconteçam duas coisas: a agilidade nessas titulações e a punição aos acusados de ameaçar e matar quilombolas', disse.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

MEDO: JOVEM ESTÁ TEMEROSO DEPOIS DE SOFRER ASSALTO NO CENTRO DE COROATÁ


O JOVEM MARCOS ADRIANO CARNEIRO FOI VITIMA DE UM ASSALTO NA NOITE DO ULTIMO DOMINGO NA ENTRADA DO AREAL PROX. AO LAVA JATO.

QUANDO O MESMO CONVERSAVA COM DUAS GAROTAS SENTADO EM CIMA DE SUA MOTO OS LADRÕES PASSARAM POR ELES DE BICICLETAS E QUANDO O MESMO DISSE AS MENINAS

"MENINAS CORREM QUE ESSES AI SÃO BANDIDOS...AS MENINAS CORRERAM MAIS COMO EU ESTAVA COM A MOTO ELES CHEGARAM EM MIM E PEDIRAM O CELULAR,EU DISSE À ELES NÃO TENHO CELULAR TENHO UM DINHEIRO SE VCS QUISEREM PODEM LEVAR"
DISSE MARCOS COM OS LADRÕES.

NÃO SASTIFEIRTOS COM A QUANTIA DE 10. R$ OS LADRÕES LEVARAM A CHAVE DA MOTO...

AI CONTINUOU O DESESPERO DE MARCOS...MAIS PASSOU UMA COLEGA E REBOCOU O MESMO ATÉ EM CASA.

ATÉ O FECHAMENTO DESTA MATÉRIA NÃO TIVERAM PISTAS DOS BANDIDOS.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

TRAGÉDIA : Cavalo de pau acaba em tragédia em Santana do Ipanema

Caminhonete ficou destruída após capotar; uma pessoa morreu no local
O que era para ser uma diversão acabou em tragédia na tarde deste domingo (29), na cidade de Santana do Ipanema, resultando na morte de Robson de Souza Silva, de 32 anos, depois que o veículo em que vinha como carona, uma camionete Toyota Hilux, placa KKO 0011 (Recife), capotou devido à prática do chamado cavalo de pau.
De acordo com testemunhas Robson foi arremessado para fora do veículo vindo a óbito, depois de bater várias vezes com a cabeça no chão.
Caminhonete ficou destruída após capotar; uma pessoa morreu no localSegundo curiosos, a prática do cavalo de pau já vem acontecendo há três semanas neste local, e isso se dá porque muitos motoristas vão ao local para treinar, visando à tradicional Festa da Juventude, que acontece no município sertanejo de Santana do Ipanema, no mês de julho, onde o cavalo de pau é praticado com 'anuência' das autoridades locais.
Segundo a Polícia Militar, que esteve no local instantes após o acidente, a vítima residia na cidade de Jacaré dos Homens, e o condutor da caminhonete seria o filho de um político de Monteirópolis, que fugiu do local.
O IML foi chamado para recolher o corpo, até a cidade de Arapiraca, onde fará a necropsia e liberação em seguida para sepultamento.
Fonte:Alagoasnanet